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Aos menos 100 concursos estão previstos para 2019

Segundo a LOA – Lei Orçamentária Anual – aprovada no Congresso Nacional em 2018 e ratificada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro nesta quarta (16), os concurseiros de plantão terão muito trabalho, ou melhor, muito estudo pela frente em 2019. Ao todo, 100 concursos federais estão na previsão do governo de serem realizados. Nada mais, nada menos, que algo em torno de 43 a 48 mil vagas de empregos. Orçamento liberado, agora é esperar para ver o que vem por aí dos três Poderes.

Os números surpreendem e enchem de esperança todo mundo que sonha em ingressar no serviço público, mas, o fato do dinheiro constar na receita do Estado, não garante que o concurso saia, pois cada edital precisa ser avaliado de forma independente e vai depender de um monte de burocracia até sair da ideia e cair no Diário Oficial.

Também, para burlar os ânimos da galera, vale relembrar a Emenda Constitucional 95, assinada ainda no governo de Michel Temer. A medida, aprovada pelos nobres deputados e senadores da legislatura passada, congela os gastos em áreas públicas essenciais por longos 20 anos. Trocando em miúdos, o valor que o Estado gastou no ano da aprovação da EC95, em 2016, limitará o gasto anual até 2036. Ou seja, nada de sonhar com novas contratações nas áreas de educação, saúde e eticétera.

Mas, façamos de conta que nada disso existe e vamos nos prender ao que interessa: concursos. Afinal, Bolsonaro terá R$ 31,3 trilhões de orçamento para dar cabo até dezembro e não lhe custará nada distribuir umas oportunidades de emprego público, não é verdade? Só para gasto de pessoal – salários, benefícios, contratações e tal – são R$ 351 milhões. Nada mal!

Para alimentar ainda mais o otimismo, vale lembrar que Bolsonaro vetou trecho da LOA que limitava concurso público a algumas áreas. Com o veto, ele ‘abriu para a geral’ e dá margens para sonharmos com inúmeras chances, nos mais variados setores.

Então, agora, é não perder tempo e retomar o ritmo dos estudos perdidos com as festividades de final de ano e ficar de olho, para não ‘morrer na praia’ e perder os prazos de isenção de tacha – se for o caso – ou de inscrição.